segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Gospel Chops / Frases Lineares

Um dos temas que estão em alta no mundo baterísticos atual é o tal “Gospel Chops”.
Mas afinal de contas, o que são Gospel Chops?
Bem, primeiramente vamos falar sobre o que não são. Gospel Chops não é um estilo.
São características técnicas ou um “modo” de tocar que nasceu nas igrejas americanas, daí o nome Gospel. Os chops são baseados em frases lineares, aquelas em que tocamos apenas uma peça por vez e apesar de ser uma técnica utilizada a muito tempo, vem tomando maior repercussão agora com o crescimento da “onda” dos Gospel Chops. Nos Estados Unidos, não existe esta distinção ou até mesmo esta nomenclatura, lá eles tem isso apenas como uma característica musical ou técnica dos bateristas das igrejas.
Nesta vídeo aula Eduardo Tucci apresenta 10 exercícios que são variações de viradas lineares na linha dos chops que você pode treinar e aperfeiçoar para as suas características pessoais.
Abaixo seguem as partituras e logo depois o vídeo para você visualizar o resultado destas viradas e facilitar a compreensão.


Fonte: http://www.clubedobaterista.com.br/exercicios/10-exercicios-gospel-chopsfrases-lineares

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Saiba mais sobre sua ferramenta de trabalho

Fala pessoal do Coisas de Batera! Mais um artigo que achamos muito interessante. Espero que curtam. Bom aprendizado pra nós!!!


Tipos de baquetas

Existem diversos tipos de baquetas, cada um com um objetivo e uma função diferentes. Além das baquetas simples e tradicionais que usamos normalmente, temos outros tipos como: vassourinhas, baquetas acústicas, também chamadas de rod sticks e os mallets. Abaixo, vamos falar um pouco sobre cada um destes tipos.

Vassourinha

As baquetas vassourinha são mais utilizadas para o jazz, bossa e em músicas mais suaves. São chamadas por este nome justamente porque abertas, seu corpo tem a forma de uma vassoura. Suas cerdas podem ser de nylon ou de aço. Delas também podemos tirar sons diferentes, por exemplo, arrastando as cerdas na pele da caixa.

Baquetas acústicas/Rods

As baquetas acústicas são compostas por conjuntos de varetas mais finas, este tipo deixa o som mais leve e suave, ideal para apresentações acústicas e em espaços pequenos. Suas varetas podem ser de madeira ou plástico e variam na quantidade, cada uma com uma característica sonora diferente.


Mallets

São baquetas com formatos de ponta especiais. Geralmente usadas em percussão, seu uso na bateria é mais frequente para efeitos. Suas pontas podem ser confeccionadas em nylon, borracha, feltro, pano e outros materiais. Novamente, cada um com as suas características sonoras.


Além dos tipos que tratamos aí em cima, temos as nossas baquetas comuns, aquelas que utilizamos na maior parte do tempo. Elas variam entre ponta de nylon e ponta de madeira. Sendo que as de nylon possuem maior brilho e volume, principalmente quando usadas nos pratos, elas também naturalmente duram mais.

Já as de madeira, têm um som mais natural, porém, geralmente desgastam ou quebram as pontas com frequência. As baquetas de madeira variam no formato das pontas como veremos abaixo.

Tipos de pontas

Oval

Baquetas com pontas ovais têm um som naturalmente seco, que pode variar entre mais agudos e graves de acordo com o seu diâmetro.

Redonda

Já as de ponta redonda possuem um som mais brilhante nos pratos e mais pesado nas peças do conjunto.

Flecha

As pontas de flecha proporcionam um som mais agudo e claro quando usadas nos pratos. Devido ao seu formato mais fino.

Gota D’agua

As baquetas com ponta no formato de gota, proporcionam um som mais grave, também devido ao seu formato.

Cilíndrica

Pontas no formato cilíndrico tem um som forte e encorpado.

Ao contrário do que a muitas pessoas pensam, elas não são fabricadas apenas em madeira, apesar destas serem mais populares. Existem também baquetas de alumínio, de fibra de vidro, fibra de carbono e até borracha.

Tipos de madeira

Dentre os tipos de madeira, que são muitos, os que se destacam são hickory, marfim e maple. Vamos falar um pouco sobre eles.

Hickory

Nativa da América do Norte, principalmente Estados Unidos. Sua principal característica é ser bastante resistente ao choque, além de ser bem flexível, por isso é muito utilizada para a fabricação de baquetas e até de baterias. Possui um timbre refinado, o que permite uma sonoridade mais encorpada e versátil, sendo assim utilizada por bateristas dos mais variados estilos. O hickory é a madeira mais usada pelos fabricantes internacionais, por ter uma maior densidade, maior quantidade de fibras, e ser mais rígida, consequentemente tem uma durabilidade maior.

Marfim

Natural da América do Sul, possui bastante elasticidade e densidade, produzindo um som mais macio. Geralmente é mais leve, o que permite maior agilidade e conforto para os bateristas que gostam de baquetas com maior diâmetro e pegada. Seu custo benefício é tido como muito bom. Marfim é o tipo de madeira mais utilizado pelas marcas nacionais por causa de seu baixo custo.

Maple

O maple é uma madeira de pinho, árvore originária da América do Norte. Bastante utilizada para a fabricação de guitarras, baixos e outros instrumentos acústicos. Várias baterias são fabricadas em maple. Este tipo de madeira é a favorita dos bateristas que tocam com mais sutileza, ritmos como jazz, bossa e samba por ser uma madeira mais leve, no entanto as baquetas tendem a ser menos resistentes.


Fonte: http://www.clubedobaterista.com.br/baquetas/saiba-mais?utm_source=BannerPrincipal&utm_medium=blog&utm_campaign=Baquetas-Banner-Principal

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Ex-Oficina G3 revela detalhes de sua saída e multa milionária



O baterista Alexandre Aposan voltou a falar sobre sua saída do Oficina G3 e revelou detalhes da situação que o fez optar por deixar a banda após oito anos, sendo três como membro oficial.
Numa entrevista concedida ao portal Guia-me, Aposan disse que para fazer projetos paralelos e/ou participações especiais em shows/CDs de outros artistas, teria que cumprir algumas formalidades ou pagar uma multa milionária exigida nos contratos do Oficina G3.

A banda atualmente estuda a renovação de contrato com a MK Music ou a ida para outra gravadora, segundo o baterista.
“Eu não estou falando mal da MK. A Alomara, a Yvelise, Cristina, Marina de Olivera são minhas amigas e eu não vou falar mal delas. Vou falar a verdade. Com o término do contrato com a MK, tem alguns contratos que o Oficina G3 ainda está analisando – não é somente [a renovação] da MK. E todos estes contratos vão contra àquilo que eu acredito. Por exemplo, eu gravei um DVD que se chama ‘Entre Irmãos’ e nele tem uma boa parte da galera com quem eu já trabalhei e seu eu continuasse na banda, se eu assinasse qualquer um desses contratos, eu não poderia gravar o ‘Entre Irmãos 2′, um outro ‘Ao Som dos Tambores’ ou um outro do DVD do For Action, como eu gravei agora. Eu ia ter que viver só com o Oficina G3. Se eu subisse em algum palco com qualquer outro artista – instrumental ou não – e esse artista não falasse: ‘Eu estou aqui no palco com o Alexandre Aposan, da gravadora X e da banda Oficina G3′, eu ia ter que pagar uma multa de 2 milhões e 100 mil reais”, desabafou o baterista, explicando o porquê de sua saída.

Aposan disse ainda que se seu interesse fosse puramente financeiro estaria tocando para artistas do meio secular: “Eu vou deixar de pegar um talento que Deus colocou na minha mão para abençoar várias vidas e ficar preso em um contrato? Se for para assinar um contrato, eu volto para o meio secular. Eu volto a tocar com Anitta e Naldo, se for por dinheiro. Só que o talento que Deus me deu é para levar a Palavra através dos tambores e é que eu vou fazer pelo resto da minha vida. Muitos iam fazer o que? Pensar: ‘Eu não vou sair. O Oficina G3 é a maior banda de rock do Brasil’. Eles realmente são. Mas eu não estou atrás de holofote, nem nada disso. Quero fazer a obra de Deus”, disse.


Historias Coisas de Batera #1 - Alexandre Aposan

Nada melhor do que começar pelos artistas de casa! Vamos conhecer a biografia desse ''monstro'' da música gospel brasileira: Alexandre Aposan.


Batizado como Alexandre Apolinário dos Santos, o baterista brasileiro conhecido como Alexandre Aposan nasceu dia 18 de julho de 1981. Começou a mostrar interesse pela bateria quando tinha quatro anos de idade, graças a um primo que era o baterista da igreja.

Depois de tocar sua bateria feita de latas, baldes e tampas de panelas, quando completou 6 anos seus pais investiram nas aulas de música. Com 14 anos já tocava na igreja que frequentava e montou sua própria escola de música.

Antes de ficar reconhecido no cenário brasileiro do rock cristão, formou-se na ULM - Universidade Livre de Música, em São Paulo. Teve aulas com professores como Lilian Carmona (técnicas e leitura), Beto Caldas (Ritmos latinos, Afro-cuban e jazz) e Nenê (ritmos brasileiros).

Aos 18 anos conheceu o cantor Paulo César Baruk, que o convidou para entrar na Banda Salluz e também o apresentou a outros cantores. Desde então, trabalha em diferentes estilos musicais com artistas da música Pop, Hip-hop, Pentecostal e muito mais.

Em sua bagagem, traz experiência de tocar também para outros gêneros como a dupla sertaneja João Mineiro & Marciano, Billy Paul (Disco Music), os brasileiros da Banda Black Rio e os pagodeiros do grupo Os Travem ssos, entre outros.

Em 2006, contratado pela Banda Oficina G3, teve a oportunidade de se aprofundar na carreira musical. Participou de turnês nacionais e internacionais, teve indicações a prêmios e troféus (CD Elektracustika) e o Grammy Latino com o álbum Depois da Guerra.

Na carreira solo, em paralelo a outros projetos, lançou seu primeiro disco como líder, 'Ao Som dos Tambores' (2009). No dia 16 de agosto de 2011 foi declarado baterista oficial da Oficina G3. Participou de shows e gravações de DVDs de outros artistas, além do seu DVD solo. Recentemente, como foi publicado aqui no Batera, ele resolveu deixar o grupo e segue em carreira solo.

Hoje, vive em São Paulo, é pai de Samuel Aposan (Samuca) e casado com Aline Fernandes. Tem um DVD com Gerson Rufino, três discos com Thalles Roberto, álbum com a cantora Aline Barros e os discos do grupo Oficina G3, além dos trabalhos em sua carreira solo.


Publique no facebook ou no Twitter o nome do baterista com a tag #historiascoisasdebatera que a gente conta a história pra você.

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